MATO GROSSO DO SUL, sexta-feira, 16 de novembro de 2018 - BOM DIA!   
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» SUPLEMENTO CULTURA DE 09/09/2017
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Excerto do discurso presidencial pela inauguração da nova sede da ASL

   
   Reginaldo Alves de Araújo

   A ideia de ter uma sede própria floresceu na mente do primeiro presidente, o Dr. José do Couto Vieira Pontes, em 1976, ocasião em que o sodalício ganhou um terreno ofertado pela acadêmica Inah Metello, especificamente destinado à construção de sua sede definitiva.
   Dos 46 anos de sua existência, a Academia Sul-Mato-Grossense de Letras sobreviveu 28 anos em casa alheia, mais dezoito anos numa casa residencial doada pelo saudoso acadêmico Luís Alexandre de Oliveira.
   Quem casa quer casa, diz o provérbio popular, quem pensa e escreve também quer. Chegamos à casa própria graças à dedicação e pertinácia de nossos confrades e confreiras e do poder público, espelhado na sensibilidade e generosidade dos excelentíssimos governadores André Puccinelli e Reinaldo Azambuja.
   Ideada pelo arquiteto Otavio Loureiro e construída em tempo recorde, bem sabemos o quanto a obra nos custou, com a extraordinária mobilização de amigos e com o inefável tirocínio de paciência, para que ela chegasse ao seu termo.
   A Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, agora inaugurando a sua sede própria, renasce com alma nova, naturalmente ambiciosa, atrevidamente desejosa de expressivas conquistas imorredouras, para gáudio e estimulo da posteridade, em defesa da dignidade das letras, na qual tão brilhante se refletem todas as matrizes da cultura Sul-Mato-Grossense. Como marco maior da história do nosso sodalício, este templo resplandecente impõe uma nova responsabilidade aos dinâmicos confrades e confreiras, que plasmam o principio vital literário que precisamos criar por meio desta Academia: a responsabilidade do escritor, a consciência dos seus deveres para com a sua inteligência, o dever superior da perfeição, audacioso na independência no ato de escrever.
   Estes itens devem constituir a razão de ser de nossa existência.
   Senhores acadêmicos, unamo-nos espiritualmente, para sermos os mensageiros entusiastas de uma cultura que vicejou e cresceu e tem de continuar a ser uma inflorescência no Mato Grosso do Sul e no Brasil. Então poderemos olhar de frente o destino na certeza de que a ASL está contada entre as sólidas e brilhantes páginas da nossa vida.
   É possível que a Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, a jovem senhora com os 46 anos que já viveu, seja agora mais requestada, como grande dama de fartos dotes, a resplandecer no caminho de quantas se distinguirem no cenário sul-mato-grossense e nacional, na ordem dos valores intelectuais.
   Governadores André Puccinelli e Reinaldo Azambuja, vossas excelências fizeram-na – a nossa gloriosa ASL – uma entidade cultural mais sólida, mais rica e admirada. E mais desejada.
   Obrigado!
   

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