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JOSÉ PEDRO FRAZÃO

   




JOSÉ PEDRO FRAZÃO
Academia Sul-Mato-Grossense de Letras – Cadeira nº 29


   

   Membro efetivo da Cadeira nº 29 da ASL, exerce atualmente o cargo de secretário (Diretoria da ASL para o triênio 2011/2014).

   É jornalista, natural de Belém-PA, nascido no dia 13 de novembro de 1955, filho de Luzia Frazão e Manoel Pedro da Silva.
   É casado com a professora Ironilde Gomes da Silva Frazão e reside em Anastácio (MS) desde 1980.
   Durante 14 anos estudou em Porto Velho-RO, onde foi graduado do Exército (5º BEC), tendo participado da abertura da Estrada Humaitá-Lábrea (1975), segmento da Transamazônica. Foi funcionário dos Correios e Telégrafos e começou a escrever (crônica e poemas) no diário porto-velhense, “O Guaporé”.
   Em 1978, mudou-se para Aquidauana (MS), tornando-se gerente do Jornal “O Pantaneiro” e mais tarde da Rádio Difusora, culminando por fundar o jornal O Porta-voz, pioneiro do município de Anastácio.
   Fez licenciatura plena em Letras pela UFMS (Centro Universitário de Aquidauana) e escreveu, além de notícias, poesias, crônicas, músicas, publicando, em capítulos, cinco inéditas histórias de cordel: A PORCA ASSASSINA; O BOTO ENCANTADO; SAGA, O HERÓI DO OUTRO MUNDO; A NINFA MANÍACA; e MAPINGUARI, exaltando o folclore amazônico.
   Lecionou por dez anos em escola pública. Foi Assessor de Imprensa das prefeituras e câmaras municipais de Anastácio e de Aquidauana, tendo assumido a titularidade da Secretária Municipal de Educação e Cultura de Anastácio, por três anos, no período de 1984 a 1987, criando a Casa da Cultura. Em 1994, eleito Conselheiro Tutelar dos Direitos da Criança e do Adolescente, escreveu o romance didático Inferno Jamais, sob o heterônimo de Abel Vicente.
   Iniciou um “Projeto de Educação Ambiental Através da Narrativa Literária”, obtendo como produto o primeiro romance ecológico do Estado, Nas águas do Aquidauana eu andei. Nesta obra, publicada em 1999 pela editora da UFMS, o escritor mostra as belezas do pantanal mas também a deficiência preservacionista do nosso ecossistema, tanto que seu trabalho ganhou parceria do Governo de Mato Grosso do Sul, para ser levado às escolas, já na sua terceira edição.
   Com este projeto, o professor Frazão encadeia uma série de romances ecológicos, ainda no prelo, em cuja seqüência, em 2001, lançou TUIUIÚ, MY BROTHER. Este livro foi encampado e editado pela editora da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) de Campo Grande, de onde saiu em circuito nacional acadêmico para 180 universidades brasileiras, inclusive para as universidades católicas de Portugal, Espanha e Itália, já estando esgotada a primeira edição. Tuiuiú my brother também foi uma das obras indicadas para o Prêmio Jabuti (RJ), em 2003, e inserido no Projeto “Tom do Pantanal”.
   José Pedro Frazão ingressou na Academia Sul-Mato-Grossense de Letras a 14 de agosto de 2002, ocupando a cadeira de número 29, que pertenceu ao decano presidente Elpídio Reis. Em novembro de 2003, foi selecionado no Concurso de Contos da Região Norte do País, pela UFPA, integrando a Antologia OS ONZE CONTISTAS DA AMAZÔNIA, com o conto classificado “O Guia de Cego”. No mesmo ano, Frazão foi agraciado pelo Circuito Cultural do Banco do Brasil, com o título de “Defensor do Ecossistema Pantaneiro”. Está trabalhando o seu novo livro, O Filho do Padre Mário, a ser lançado brevemente, nos estados de Rondônia, Pará e Mato Grosso do Sul.

   Premiação cultural: 1º lugar do Concurso Nacional de Poesias promovido pelo Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, ano 2015.

   A Cadeira 29 da ASL pertenceu anteriormente ao saudoso acadêmico Elpídio Reis.

 
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